Comentário sobre matéria principal de hoje da Tribuna do Norte.
O Crack é uma epidemia, mas não é levado a sério pelas autoridades deste país. No Rio Grande do Norte o problema é acentuado, mas os órgãos repressores não sabem como atuar nesta situação. Muitos são presos e logo soltos... Faltam programas de combate, estudos, dentre outros. Se a sociedade não se organizar e cobrar mais empenho de quem pode fazer alguma coisa, em poucos anos isso estará pior. A epidemia, como sempre, não respeita classes sociais. Nas ruas há médicos, advogados, engenheiros, etc, que foram preteridos por familiares por não conseguirem abandonar o vício. E por conta deste descaso, segundo a Tribuna, 28 cidades do RN estão em estado grave, 40 com nível médio... Municípios como Caraúbas, Mossoró, Santa Cruz, Bom Jesus, Goianinha, Poço Branco, São Gonçalo, Ceará-Mirim e São José de Mipibu, estão perdendo a batalha. Em Natal, parece filme estrangeiro, meninos e meninas vendem a droga ao ar livre, em pontos conhecidos por todos, inclusive da polícia, que faz vistas grossas... E ninguém parece se preocupar. É preciso agir urgentemente, porque em pouco tempo a situação ficará insustentável. O crack é uma substância derivada da cocaína, apresentada em forma de pedras, feita a partir da mistura da pasta base com diversos produtos químicos. É uma droga estimulante do sistema nervoso central, que causa o aumento da pressão arterial e aceleração dos batimentos cardíacos. O uso frequente pode provocar convulsões, parada cardíaca e levar à morte.
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